Assessoria Jurídica

Justiça suspende parte da Resolução CFM 2.444 sobre segurança hospitalar

Em 11/09/2026, a Justiça Federal do DF suspendeu provisoriamente a maior parte das obrigações estruturais da resolução, que exigia dos hospitais controle de acesso, videomonitoramento, protocolos antiviolência e, em áreas de risco, salas seguras e biometria. O argumento: o CFM regula profissionais, não instituições. Por que importa: reduz, temporariamente, a pressão por investimentos imediatos em infraestrutura de segurança — mas a decisão é liminar e pode ser revertida. (Dr. Finanças / Justiça Federal-DF, 11/09/2026)

Balanço da ANS mostra lucro de R$ 8,5 bilhões no 1º semestre de 2026, com receita superior a R$ 173 bilhões e margem entre 5% e 5,5%.

A sinistralidade acumulada subiu para 82,2% (cerca de 1 ponto acima de 2025). Por que importa: o setor segue lucrativo e acima de 2024, mas o avanço da sinistralidade sinaliza que o custo assistencial continua sendo o principal desafio de gestão. (Biored Brasil / dados ANS, 07/09/2026)

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