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Fator de qualidade

sucesso 300x300ANS afirma que irá rever índice deflator do fator de qualidade, atendendo a um pleito do segmento de saúde

Em reunião realizada nesta quinta, 3 de agosto, do Comitê Técnico de Avaliação da Qualidade Setorial (COTAQ), da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a gerente-executiva de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial (GEEIQ) da Dides, Ana Paula Cavalcante, informou aos presentes que a agência irá rever os índices de reajuste do Fator de Qualidade. Segundo ela, o índice que prevê reajuste de apenas 85% do IPCA será extinto, e permanecerão apenas os índices de 100% e 105%.

A ANS não informou quando deverá publicar a instrução normativa que revoga a existência do índice de 85%, mas a expectativa é que isso seja feito em breve.

O Fator de Qualidade foi motivo de muitos debates quando da sua criação, porque os prestadores de serviços sempre consideraram o índice de 85% de reajuste do IPCA um deflator. A revogação do mesmo, portanto, é uma conquista do setor.

Representantes dos prestadores de serviços presentes à reunião desta quinta ainda apresentaram à gerência da Dides proposta para que o índice maior, de 105%, seja ampliado. O pleito deve ser encaminhado à diretoria.

Segundo o médico João de Lucena Gonçalves, que participou da reunião representando a Confederação Nacional de Saúde (CNS), esta mudança atende em especial ao pedido da CNS, "que sempre postulou a sua exclusão, já que uma alíquota que reduz o reajuste anual dos estabelecimentos de saúde não pode ser um elemento de estímulo à qualidade".

"A exclusão do deflator representa uma grande vitória para hospitais, clínicas e laboratórios que prestam os serviços de Saúde Suplementar e que não tem condições de realizarem investimentos em programas de qualidade", destaca o presidente da CNS, Tércio Kasten.

Para o presidente do SINDHRIO, Fernando Boigues, a ,medida vem fazer justiça e leva em conta a realidade dos hospitais. "Alcançar a qualidade deve ser um objetivo de todos os estabelecimentos, mas sabemos que há muitos dificuldades orçamentárias, especialmente neste momento de crise. Serviços que não possuem selos ou certificações, mas que se esforçam para prestar um bom atendimento, devem ser pago adequadamente. Do contrário, nunca terão oportunidade de melhorar".

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